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SP TERÁ NOVO BACKBONE LIGANDO 100 CIDADES

SP TERÁ NOVO BACKBONE LIGANDO 100 CIDADES

Iniciativa é resultado de parceria entre Agora Telecom, Hostfiber e Huawei

Um novo backbone óptico será construído no estado de São Paulo este ano, conectando 100 cidades. Mas não se trata de obra pública, e sim de iniciativa conjunta, de Agora Telecom, Hostfiber e Huawei.

A topologia do backbone é baseada em MPLS e foi projetada para operação de circuitos IP de alta capacidade em 10Gbps e 40Gbps. O desenvolvimento da solução aconteceu na China, com apoio das equipes de Engenharia e suporte local da AGORA Telecom e Hostfiber.

A AGORA Telecom fará a logística internacional e apoio na integração e suporte técnico de toda a solução.
Já a operação e comercialização de serviços de links de acesso à internet e ponto a ponto serão executados pela Hostfiber.

O primeiro lote de equipamentos do projeto chegou ao Brasil neste mês e a previsão de conclusão total do projeto é Julho de 2017. (Via PontoISP)

Ladrões roubam 2 km de fibra ótica que levaria internet à Campus Party, diz Telebras

Ladrões roubam 2 km de fibra ótica que levaria internet à Campus Party, diz Telebras

Responsável pela infraestrutra da Campus Party 2017, a Telebras foi alvo de um furto de 2 km de fibra ótica, que seriam usados para levar conexão de internet ao Pavilhão de Exposições do Anhembi, onde ocorre a 10ª edição do evento de tecnologia, ciência e cultura nerd.

O prejuízo nem foi tão grande financeiramente, mas no cronograma”, diz José Mendes, diretor da Telebras. Ele estimou as perdas em “coisa de R$ 1 mil”. O furto de cabos, feito na região do Pacaembu, atrasou a instalação de equipamentos de rede e fez, afirmou o executivo, a Telebras ter de trabalhar durante a madrugada. Segundo o executivo, o caso não foi registrado em nenhuma delegacia de polícia.

A organização da Campus Party afirmou que, apesar de ser um evento repleto de equipamentos eletrônicos potentes, os roubos e furtos não são comuns.

Francesco Faruggia, presidente da Fundação Campus Party, afirmou que no “ano passado, foi um só notebook roubado”. “Quando pensamos em fazer a Campus Party, disseram ‘não vai dar certo no Brasil’, e isso não aconteceu.”

O diretor da Campus Party, Tonico Novaes, no entanto, admitiu que a falha havia sido da organização. “Esse notebook que foi roubado foi culpa nossa”, disse ele, ao explicar que o campuseiro teve o notebook roubado do armário do próprio evento. Por isso, a organização pagou um novo aparelho.

Fonte: G1 – Por Helton Simões Gomes, G1

Ataque contra roteadores na Alemanha liga sinal de alerta no Brasil

Ataque contra roteadores na Alemanha liga sinal de alerta no Brasil

Especialista orienta usuários a modificar senhas de acesso, atualizar sistemas e dispositivos, além da camada de proteção na rede Wi-Fi.

 

A fabricante de software antivírus G Data, representada no Brasil pela FirstSecurity, divulgou uma alerta sobre a elevada capacidade de invasão dos criminosos cibernéticos a roteadores domésticos. Recentemente, criminosos conseguiram infectar mais de 900 mil roteadores da operadora Deutsche Telekom, na Alemanha, o que acende um sinal de alerta para os usuários de internet também no Brasil, segundo a empresa.

O especialista da G Data, Tim Berghoff, orienta os usuários brasileiros a adotarem vários cuidados e mecanismos de proteção contra esse tipo de ameaça, para evitar o que aconteceu com os clientes da operadora de telefonia alemã. “Os ataques às vulnerabilidades dos roteadores domésticos e das pequenas empresas são altamente lucrativos para a indústria do crime cibernético”, enfatiza.

Segundo ele, ao conseguir explorar as falhas de segurança desses aparelhos, eles são capazes de realizar todos os tipos de manipulações depois de passar pelo roteador e chegar aos computadores domésticos e das pequenas empresas. “Por exemplo, os invasores podem modificar as configurações de DNS para direcionar o tráfego da Internet para executar um ataque de negação de serviço (DDoS) ou até mesmo interceptar e roubar dados pessoais, bancários e de cartões de crédito dos usuários que se conectam apor meios destes roteadores fragilizados. Também podem coletar chaves de acesso usuário-senha de vários serviços, tais como e-commerce, serviços de e-mail, aplicações online, rede sociais e muitos outros”, explica.

O especialista também ressalta que o “este ataque contra os dispositivos da operadora na Alemanha é apenas a ponta do iceberg e, infelizmente, temos de estar preparados para enfrentar ataques similares no futuro”, pondera. Para que o usuário brasileiro possa aumentar a sua capacidade de proteção contra este tipo de ataque, Berghoff fez uma pequena lista de procedimentos fundamentais que ajudam o usuário a evitar se tornar vítima dos criminosos cibernéticos.

O primeiro item é a atualização permanente. Segundo ele, para proteger o roteador contra o acesso não autorizado é essencial que o equipamento esteja totalmente atualizado. Os aparelhos antigos devem ser trocados, mesmo que funcionem corretamente para permitir acesso à Internet. Em muitos casos, essas atualizações são feitas automaticamente quando o roteador se conecta ao seu provedor de Internet, mas nem sempre isso acontece do modo seguro e correto. É neste caso que o usuário tem que realizar esta atualização a partir do site do fabricante, o que raramente acontece.

Outro ponto são as senhas. É altamente recomendável trocar a senha padrão fornecida pelo fabricante do roteador ou provedor de internet porque os criminosos são especialistas em descobrir estas senhas, diz Berghoff. Depois, é necessário que o usuário também faça troca suas senhas regularmente.

Habilitar apenas dispositivos conhecidos, é outro alerta feito pelo especialista. O usuário deve configurar o roteador para que ele aceite apenas conexões de dispositivos conhecidos: computadores e dispositivos móveis que fazem parte da sua rede doméstica e da pequena empresa. “Com isso, impede-se que estranhos façam uso da sua rede Wi-Fi.”

CORRE RISCO DE ACABAR O ACORDO ENTRE ANATEL E ANEEL PELO PREÇO DO POSTE A R$ 3

CORRE RISCO DE ACABAR O ACORDO ENTRE ANATEL E ANEEL PELO PREÇO DO POSTE A R$ 3

A Anatel criou um grupo de trabalho para encontrar um jeito de disciplinar a instalação dos fios de telecom nos postes das concessionárias da rede elétrica, para preservar o acordo com a Aneel, que estabelece o preço do aluguel do poste a R$ 3,19. Pois as concessionárias de energia reagem a esse preço e o Legislativo já tem projeto de lei para derrubar a norma das agências.

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MAIS DE 5 MIL MUNICÍPIOS BRASILEIROS NÃO TÊM COMPETIÇÃO NA BANDA LARGA, APONTA RELATÓRIO DA ANATEL

MAIS DE 5 MIL MUNICÍPIOS BRASILEIROS NÃO TÊM COMPETIÇÃO NA BANDA LARGA, APONTA RELATÓRIO DA ANATEL

A Anatel decidiu ontem, por circuito deliberativo, aprovar uma nova diligência antes de lançar para a consulta pública o novo Plano Geral de Metas de Competição, (PGMC), cuja revisão do primeiro plano deve ser feita a cada quatro anos. Pelos critérios atuais de análise, ainda há muito monopólio ou duopólio nos serviços de telecom no país. Na banda larga fixa, por exemplo, 97,45% dos municípios têm quase nenhuma ou nenhuma competição.

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Cara e ruim, internet brasileira está nas mãos de três grupos

Cara e ruim, internet brasileira está nas mãos de três grupos

Se a concorrência garante a qualidade dos serviços, os serviços de telecomunicações no Brasil estão longe de ter sua eficiência garantida. De acordo com dados da Teleco, três grupos concentram 85% das conexões fixas de banda larga no país.

Essa situação de oligopólio significa que os consumidores têm poucas opções na hora de escolher um plano de internet para sua casa. Além disso, ela facilita que esses poucos grupos ajam de maneira coordenada para impor suas condições ao mercado, como no caso da limitação das franquias de banda larga fixa, sem dar alternativa aos consumidores.

E, de fato, esse arranjo de mercado não favorece a qualidade do serviço. Segundo uma pesquisa da Akamai, a internet brasileira é uma das mais lentas do continente e fica na 88ª posição no ranking global. Isso tudo por preços que não são muito diferentes dos que são praticados em países mais desenvolvidos como Estados Unidos, Irlanda e Coreia do Sul.

Concentração excessiva

De acordo com a ABRINT (Associação Brasileira de Provedores de Internet e Telecomunicações), vários indicadores também comprovam a ineficiência desse arranjo, que o presidente da ABRINT, Erich Rodrigues, chama de “concentração excessiva”. Atualmente, segundo Rodrigues, 5% dos municípios brasileiros concentram 77% dos pontos de acesso a banda larga.

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Além disso, Rodrigues ainda considera que a recuperação judicial da Oi deixa essa questão ainda mais evidente. A empresa, com uma dívida de mais de R$ 65 bilhões, obrigou a Anatel a intervir para proteger seus clientes. Nessa situação, “a empresa claramente não tem mais como investir para melhorar seu atendimento”, ressalta Rodrigues. “Não era para ter mais dúvida do poder público de que essa situação é ruim pro mercado”, opina.

Falta de crédito

A ABRINT representa os provedores menores e regionais, que aparecem nesse cenário como uma alternativa às operadoras maiores. No entanto, de acordo com Rodrigues, essas empresas menores ainda enfrentam diversos desafios para competir com as operadoras tradicionais.

O principal desses desafios, segundo Rodrigues, é a dificuldade de acesso a linhas de crédito. Enquanto que grandes operadoras como Vivo e Oi têm acesso às linhas de crédito dos bancos públicos, as empresas menores ainda não dispõem de recursos semelhantes.

Essa situação é especialmente complicada pelo fato de que as operadoras menores precisam investir em infraestrutura, como a instalação de cabos de fibra óptica. No entanto, elas são vistas pelos bancos públicos como prestadoras de serviço: por isso, tem acesso a menos opções de crédito. Isso as obriga a arcar com o custo do investimento em infraestrutura sem o auxílio de um banco público, por exemplo.

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Disputa por postes

As condições desiguais de ocupação dos postes são outro empecilho ao crescimento das operadoras menores. O Brasil ainda utiliza os postes da rede elétrica para espalhar a sua rede de telecomunicações. No entanto, as empresas que queiram usar os postes para difundir suas redes precisam pagar.

Nesse ponto é que existe a desigualdade, segundo Rodrigues. As empresas tradicionais têm “acordos históricos” de ocupação dos postes, e chegam a pagar menos de um real por mês por posição no poste. Em São Paulo, por outro lado, esse valor pode chegar a doze reais mensais para novos acordos. “Esse valor gera monopólio, ele é uma barreira à competição”, opina Rodrigues.

Ponto por ponto

Como mencionado acima, 5% das cidades do Brasil concentram 77% dos acessos de banda larga. Dos 95% restantes, Rodrigues considera que 80% são mercados ideais para os provedores regionais. Esses municípios não são grandes o suficiente para gerar interesse das grandes empresas de telecomunicações, mas têm uma demanda que pode interessar operadoras menores. OS outros 15%, segundo o presidente da ABRINT, exigiriam subsídio do governo para se integrar à rede.

A atuação dos provedores regionais, porém, não seria um mero “tapa-buracos” até que Oi, Vivo ou Grupo Claro chegassem à região. “As operadoras grandes não ‘matam’ necessariamente as pequenas”, opina Rodrigues. Ele cita como exemplo a Cabo Telecom, que opera na região nordeste e “fica na frente da NET”.

Outros exemplos citados por Rodrigues são a FasterNet, que atua no interior do estado de São Paulo, e a Copel Telecom, presente no Paraná. Além disso, ele também menciona a Viattiva, empresa de telecomunicações que criou uma infraestrutura de fibra óptica por toda a cidade de Amparo, no interior de São Paulo.

 

Anatel define para novembro exigência de certificação IPv6 para redes fixas

Anatel define para novembro exigência de certificação IPv6 para redes fixas

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) definiu para 1º novembro 2016 a entrada em vigor da nova fase da exigência de certificação dos requisitos para protocolo IPv6 para as redes fixas e para 1º de janeiro de 2017 para as redes móveis. A descrição dos requisitos encontra-se no documento “Requisitos Técnicos e Procedimentos de Ensaios Aplicáveis à Certificação de Produtos para Telecomunicação de Categoria I”, divulgado na semana passada pela Anatel.

Para as redes fixas, os requisitos são aplicáveis aos equipamentos de Categoria I e que possuam interface xDSL ou  interface xPON. Para os produtos certificados antes da entrada em vigor do documento atualizado em 28 de julho de 2016 caberá ao interessado na homologação e ao Organismo de Certificação Designado (OCD) responsável pela certificação dos produtos avaliarem a sua conformidade com as disposições destes requisitos.

Caso o produto não possa ser avaliado quanto aos requisitos de suporte ao protocolo IPv6, o OCD deverá realizar uma descrição técnica no Relatório de Avaliação da Conformidade Técnica. Esta descrição deverá indicar claramente os motivos pelos quais não é possível a aplicação destes requisitos.

Na função de roteamento de rede fixa entram: RFC 7084 – Basic Requeriments for IPv6 Customer Edge Routers; IPv6 READY, Conformance Text Scenario CE Router – Technical Document – Revision 1.0.0b3 – na íntegra; e IPv6 READY, Conformance Text Scenario CE Router – Technical Document – Revision 1.0.0b3.

Confira a íntegra do documento aqui (IPv6 é tratado das página 261 a 264).