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Problema impede que usuários utilizem o Skype

Problema impede que usuários utilizem o Skype

O aplicativo de conversação Skype enfrenta problemas nesta segunda-feira, 21. Desde o início do dia, usuários de diversos países enfrentam problemas para fazer o login e utilizar o serviço corretamente. Algumas pessoas afirmam ainda que o software apresenta problemas de instabilidade, mostrando os amigos como offline quando, na verdade, estão conectados.

A Microsoft reconheceu o problema e afirmou que já está trabalhando para corrigí-lo.

“Os usuários afetados não podem mudar os seus status, todos os seus contatos aparecem offline e eles não podem iniciar chamadas pelo Skype com eles. Nós já estamos trabalhando em uma correção para esse problema e esperamos lançar um update em breve. Por favor, aceite nossas desculpas por qualquer inconveniente causado enquanto resolvemos isso”, afirma a companhia em uma postagem no Blog do Skype.

Pelo Twitter, os desenvolvedores do aplicativo também pediram desculpas e paciência dos usuários.

Brasil na lanterna do uso do CARRIER ETHERNET

Brasil na lanterna do uso do CARRIER ETHERNET

Demora de grandes operadoras em migrar redes legadas e interconectar aquelas que já são Ethernet faz entidade buscar adesão de provedores regionais a padrões mundiais de interoperabilidade.

A entrega de infraestrutura Carrier Ethernet, somada à oferta de serviços com a tecnologia, já movimenta mais de US$ 80 bilhões ao ano no mundo, segundo a MEF, entidade que estabeleceu um padrão global para a tecnologia. O uso dessa forma de conexão por parte das operadoras vem crescendo ano a ano, e deve ser responsável por nada menos que 75% do tráfego mundial até 2017. Em 2015, a receita obtida pelas operadoras e fornecedoras apenas com oferta de serviços Ethernet encostará em US$ 50 bilhões, segundo a Infonetics Research. Até 2019, o segmento vai faturar US$ 350 bilhões, dos quais, US$ 200 bilhões apenas com a oferta de serviços.

Com estes números, apresentados pelo CEO Kevin Vachon, a MEF buscou sensibilizar representantes das operadoras brasileiras a acelerar a migração da rede legada para o padrão Ethernet, adotando a padronização CE 2.0, durante evento realizado hoje, 10, em São Paulo. Este padrão prevê não apenas velocidade maior na transmissão, que poderia chegar a 100 Gb para o atacado, como a interoperabilidade plena entre a infraestrutura das teles nacionais e internacionais, facilitando a entrega de serviços ponta a ponta entre múltiplas redes.

A visão é que o segmento passa por expansão no Brasil, mas os esforços precisam ser mais ágeis. “Na média, em comparação com Estados Unidos, Canadá e outras partes do mundo, o a América do Sul e o Brasil estão atrás. Mas as operadoras estão se esforçando para substituir os sistemas legados”, diz Vachon. O país ainda não tem nenhuma empresa com certificado de carrier ethernet 2.0. Enquanto a lista de países com operadoras avalizadas pelo MEF cresce mês a mês (e conta com representantes em todos os continentes).

Segundo dados da Frost & Sullivan, a receita total do mercado serviços de comunicação de dados deve crescer 2,8% em 2015, na comparação com 2014. Um número é positivo diante dos desafios econômicos, mas baixo, se comparado com a inflação registrada no período. A consultoria aponta que a demanda virá da comunicação convergente (voz, dados, vídeo, aplicações), mas enfrentará desafios, como a concorrência com a banda larga, a perseverança das conexões TDM e a falta de competitividade em áreas remotas.

Para ganhar volume por aqui, a MEF quer atrair provedores regionais de médio porte. Segundo Elton Fanelli, engenheiro de rede da Embratel, integrante da entidade, estes prestadores de serviço já usam infraestrutura óptica e se beneficiariam da certificação ao interconectar suas redes e conseguir realizar ofertas de grande capacidade para o segmento corporativo. “O objetivo é que 900 provedores consigam certificação”, diz.

Ao mesmo tempo, as grandes operadoras ganhariam agilidade caso busquem a certificação. ”O objetivo do MEF é padronizar para que operadoras consigam se mover com velocidade muito parecida. Mesmo as operadoras que já tem algum grau de automação entre suas redes, no momento de troca de tráfego Ethernet entre suas redes, temos processos manuais”, relata.

Governo busca uma forma de tributar a internet

Governo busca uma forma de tributar a internet

A internet está na rota de tributação do Governo. O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, argumentou na última terça-feira, 28, que “este é um dos temas globais”.

A ideia, segundo informa o Estadão Conteúdo, é compensar as dificuldades em aumentar as receitas e a queda na arrecadação.

O ministro lembrou que alguns provedores estão no exterior, então o governo precisa encontrar uma forma de tributar o setor. “Cada vez que a economia vai para uma direção, temos que discutir uma maneira correta de tributar essa direção.”

O “tamanho e distribuição da carga tributária são importantes para o dinamismo da economia”, ressaltou Levy.

Setor de Telecom deve ficar livre de reajustes de taxas pelo governo

Setor de Telecom deve ficar livre de reajustes de taxas pelo governo

O setor de telecomunicações no Brasil parece estar mais aliviado por não estar entre os reajustes de uma série de taxas que devem acontecer nos próximos meses. Como já anunciado pelo Ministério da Fazenda, o governo deverá realizar algumas alterações em taxas de fiscalização, controle ou conformidade relacionadas a diferentes serviços de concessão.

Nesta quarta-feira (22), uma Medida Provisória foi publicada autorizando o governo a “atualizar monetariamente” diversas cobranças previstas em sete legislações. O Ministério da Fazenda não respondeu se existirá outros reajustes e se as taxas relacionadas ao setor de telecomunicações podem sofrer com o aumento de tributos, em especial do Fistel. Mesmo com a incerteza, o Ministério das Comunicações prevê que isso não aconteça, devido à promessa da área econômica em relação a mudanças sem um aviso prévio. Até o momento o setor de telecom não recebeu nenhuma notificação sobre reajustes.

Há alguns meses, quando a incerteza era grande, o setor privado de telecomunicações no Brasil ficou bastante preocupado e tímido em relação a investimentos. O medo gira em torno de uma possível correção do Fistel — taxa que incide diretamente sobre todos os celulares. As empresas chegaram até a apresentar para o governo projeções negativas, como a possibilidade da redução de até 40% nos chips em uso no país caso o reajuste acontecesse.

A Medida Provisória (MP 685) permite que o governo faça reajustes em taxas sobre armas e munições, produtos químicos, fiscalização sanitária, valores mobiliários, saúde suplementar, aviação civil, transporte terrestre e aquaviário, energia elétrica, aviação civil e metrologia.

Via CD

GOVERNO ESTUDA REGIME ESPECIAL DO SIMPLES PARA PROVEDORES REGIONAIS

GOVERNO ESTUDA REGIME ESPECIAL DO SIMPLES PARA PROVEDORES REGIONAIS

A ideia em debate é tornar a transição do Simples para o regime de lucro presumido ou lucro real mais suave, para não inviabilizar o negócio.

Um dos problemas enfrentados pelos pequenos provedores regionais de acesso à internet e serviços de telecomunicações é conseguir crescer. “Como o crescimento da receita implica sair o Simples, o aumento da carga tributária muitas vezes inviabiliza o negócio”, comentou Artur Coimbra, diretor do Departamento de Banda Larga do Minicom. Para tentar contornar esse problema, o salto da carga fiscal de 17%, no maior faturamento do Simples, para perto de 50%, já que muitos fiscos estaduais estão cobrando ICMS sobre internet, o governo começou a estudar uma proposta de transição tributária.

“A ideia é tornar a transição de um regime tributário para outra mais suave”, explicou Coimbra, ao participar do Encontro Provedores Regionais, realizado ontem pela Bit Social em Montes Claros, Minas Gerais. O evento, com patrocínio do BNDES, RNP e Sebrae e apoio da Momento Editorial, reuniu cerca de 90 provedores regionais de 32 cidades do Norte de Minas Gerais e Sul da Bahia.

A mudança brusca da carga fiscal quando o pequeno provedor deixa o Simples é um dos impedimentos ao crescimento das empresas, disse Roberto Machado, que provê acesso à internet em 32 cidades do Norte de Minas. “Numa cidade como Montes Claros, que é polo regional e tem quase 400 mil habitantes, a carga sobre um provedor regional o inviabiliza”, conta ele, que atende a população da cidade com a Master. Entre assinantes de TV a cabo e de banda larga, são perto de 40 mil no município.

“Mas em cidades pequenas, de menos de dez mil habitantes, a saída do Simples pode matar a empresa”, explicou Machado, que vive o dilema de agrupar suas atividades em uma única empresa ou dividí-la em mais empresas (hoje são seis pessoas jurídicas). “Não dá pra aguentar o aumento da carga tributária, com 200 ou 400 assinantes”, explicou.

Outro problema levantado durante o evento foi o fato que os fiscos estaduais estarem cobrando ICMS também sobre internet, que, pela legislação, é Serviço de Valor Adicionado. A confusão preocupa o Minicom, disse Coimbra, mas é de difícil solução. Machado contou que teve de enfrentar o constrangimento da polícia em sua empresa e que enfrenta um processo na Justiça contra o governo de Minas Gerais, que lhe cobra dívida de ICMS sobre o serviço de internet.

Novo Wi-Fi cria conexão inteligente entre gadgets sem precisar de Internet

Novo Wi-Fi cria conexão inteligente entre gadgets sem precisar de Internet

A tecnologia Wi-Fi pode ganhar uma atualização em breve que permitirá que gadgets se conectem sem necessidade de Internet. Chamado de Wi-Fi Aware, o recurso inteligente foi criado pela Wi-Fi Alliance, associação de pesquisas sem fins lucrativos, e promete um serviço personalizado de transmissão de dados entre aparelhos. A novidade é resultado de três anos de pesquisa e promete impulsionar a Internet das Coisas.

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Novo cabo submarino de dados ligará Brasil e Europa

Novo cabo submarino de dados ligará Brasil e Europa

As empresas Telebras S.A e Islalink SL assinaram hoje um acordo para constituir a empresa brasileira que lançará e realizará a manutenção de um cabo submarino de 5875 km de comprimento entre Brasil e Europa. O cabo disponibilizará mais de 30Tbps (Terabytes por segundo) de dados de tráfego e exigirá US$ 185 milhões em investimento.

O acordo foi assinado pelos presidentes das empresas em solenidade no Ministério das Comunicações, com o ministro da pasta Ricardo Berzoini assinando como testemunha. A empresa resultante terá 35% de participação da Telebrás, 45% da Islalink e 20% de um acionista brasileiro que será definido antes do lançamento do cabo. O projeto não tem ainda data para ficar pronto.

Atualmente, boa parte do tráfego de dados brasileiros passa pela América do Norte antes de seguir para outros destinos. O único cabo que liga o Brasil à Europa diretamente já está com capacidade esgotada. Segundo estudos, o cabo poderá ser ancorado também em Guiana Francesa, Cabo Verde, Ilhas Canárias e Madeira.

Novos caminhos para os dados

Uma vez lançado, o cabo, que já recebeu 25 milhões de euros em investimentos da União Europeia, permitirá que os países da América do Sul acesse algons dos principais Pontos de Troca de Tráfego (PTTs) do mundo, em Amsterdã, Frankfurt, Paris e Londres, agilizando a navegação. Os PTTs são uma espécie de “estação de baldeação” dos dados da rede, locais a partir dos quais os dados podem mudar de direção.

Segundo o ministro das Comunicações, o projeto faz parte de uma estrategia de investimento na infraestrutura de comunicações do país. O presidente da Telebrás, Jorge Bittar, destacou também a importância de se descentralizar as comunicações brasileiras, já que, atualmente, praticamente todas as comunicações do país com a Europa e o leste asiático passam pelos Estados Unidos.

Aprovado acordo entre Brasil e Uruguai para ampliar acesso à internet

Aprovado acordo entre Brasil e Uruguai para ampliar acesso à internet

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou na segunda-feira, 1º, o Projeto de Decreto Legislativo 1391/13, que contém o plano de ação conjunta entre o Brasil e o Uruguai para fazer avançar a cooperação bilateral na área de massificação do acesso à internet em banda larga e telecomunicações em geral. O documento foi assinado em 2011, em Montevidéu.

Segundo o Ministério das Relações Exteriores, esse instrumento deverá contribuir para ampliar a disponibilidade dos serviços de internet e melhorar a qualidade da conexão.

Um dos problemas apontados como fator de encarecimento da conexão na América do Sul é a ausência de pontos de interconexão entre a maioria dos países da região. Por isso, o plano de ação trata de iniciativas para interconexão das infraestruturas de comunicação dos dois países para reduzir os custos de transmissão de dados.

Entre os objetivos específicos listados no documento destaca-se o estabelecimento de metas precisas e objetivas para cada uma das áreas de cooperação.

Áreas escolhidas

As áreas de cooperação eleitas pelo acordo são a interconexão, a regulação, a política industrial, a inclusão digital, os conteúdos digitais interativos, a pesquisa, a coordenação e cooperação em telecomunicações, a atuação política comum internacionalmente e o financiamento.

Assim, por exemplo, haverá esforços para coordenar o uso de frequências de rádio e TV entre os países, contemplando a atribuição equitativa dessas frequências para a televisão digital na banda UHF na fronteira.

Quanto aos posicionamentos políticos de Brasil e Uruguai, o acordo pretende acertar uma posição comum em foros internacionais que se seguirão à Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, em especial nos temas relativos à governança da internet.

O financiamento para projetos públicos e/ou privados estratégicos que envolvam as duas partes poderá ser obtido com trabalho coordenado entre os dois países.

Entre os objetivos de interconexão estão a ampliação e a diversificação desses pontos e a articulação de políticas regionais de transmissão de dados e de compras por atacado de capacidade internacional de tráfego. Com informações da Agência Câmara.