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Cabo de Fibra Óptica da Noruega chega a Manaus

Cabo de Fibra Óptica da Noruega chega a Manaus

Manaus (AM) – Após 37 dias de navegação ininterrupta pelo Mar do Norte, pelo Oceano Atlântico e pelo Rio Amazonas, o Navio Layla atracou, na manhã de segunda-feira, dia 15 de fevereiro, em Manaus, trazendo 390 toneladas de cabo de fibra óptica, para a continuidade do Programa Amazônia Conectada.
O Comandante Militar da Amazônia compareceu aos Super Terminais de descarga do Porto de Chibatão, para acompanhar os trabalhos de transbordo do material. O pareamento da embarcação de lançamento com o navio que trouxe o cabo durou aproximadamente quatro horas.
Os 275 km de cabo serão lançados no trecho entre as cidades de Coari e Tefé, que fazem parte do Programa.

 

O Amazônia Conectada teve seu lançamento em 2015, no Comando Militar da Amazônia (CMA), e seu principal objetivo é ligar, comInternet banda larga, toda a Amazônia Ocidental à Capital do Estado do Amazonas e, consequentemente, ao restante do Brasil. “Com a fibra ótica, inúmeras vantagens surgirão, tanto para nós militares, que somos responsáveis pela manutenção da segurança nas fronteiras, como também para a população civil, que terá acesso a serviços como educação a distância, expansão e melhoria das pesquisas do nosso Pró-Amazônia e do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA), além de promover a inclusão digital das populações ribeirinhas e dos povos indígenas”, comentou o Comandante Militar da Amazônia, General de Exército Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira.

 

Programa Amazônia Conectada
O Projeto do Exército tem por objetivo levar fibra óptica para interior do Amazonas, possibilitando a oferta, à população do interior do Estado, de uma série de serviços de rede de dados com a mesma qualidade da Capital (Manaus), como a Internet, Telemedicina, a Universidade à distância, a interconexão entre Saúde, a Segurança pública, além de Trânsito e Turismo.

 

Fotos: CMA

Fonte:

Sem cumprir meta de qualidade, Vivo engana consumidor com pacote de fibra ótica

Sem cumprir meta de qualidade, Vivo engana consumidor com pacote de fibra ótica

Empresa recebeu 5.970 reclamações no Procon-SP sobre descumprimento de planos contratados e qualidade do serviço

 

Apesar dos planos da Anatel(Agência Nacional de Telecomunicações), o serviço de internet fixa e móvel no Brasil ainda é alvo das principais reclamações dos consumidores. A Vivo, uma das empresas que oferece o serviço, tem recebido reclamações de clientes que se sentem enganados por contratar pacotes de fibra ótica e não recebem a velocidade garantida em contrato. Usuários afirmam que a velocidade do plano contratado, especialmente no caso da fibra ótica, é baixa e fica ainda pior quando quando o  Wi-Fi é acionado.

De acordo com o Procon de São Paulo, a empresa recebeu 5.970 reclamações relacionadas à qualidade do serviço e ao descumprimento do serviço contratado. Somente nos últimos 60 dias, foram 765 reclamações nestas áreas. A operadora recebeu outras 468 mensagens negativas na Proteste, Associação de Consumidores, em 2015.

As operadoras brasileiras não cumprem nem 60% das metas estabelecidas pela Anatel quanto ao cumprimento da velocidade contratada. A Vivo obteve um resultado ainda pior, cumprindo apenas 44,5% do planejado. A Proteste realizou diversos testes que mostraram que a velocidade da internet ficou abaixo do contratado em 73% dos casos.

Clientes da Vivo reclamam do pacote de fibra ótica
Reprodução: Clientes da Vivo reclamam do pacote de fibra ótica

A Anatel exige que os provedores de internet ofereçam, no mínimo, 80% da velocidade média contratada pelo consumidor. A agência incentiva os usuários a entrarem em contato com as operadoras para resolver problemas de qualidade do serviço. Caso a empresa não resolva a falha, o consumidor pode entrar em contato com a Anatel por meio do site ou do telefone 1331.

A Vivo acumula reclamações no Procon-SP
Reprodução: A Vivo acumula reclamações no Procon-SP

Por meio de nota, a Telefônica Vivo informou não ter registro de problema generalizado sobre a velocidade do serviço de fibra ótica. A empresa informa ainda ter o menor índice relativo de atendimentos nos Procons do País. São, garante, 0,16% dos 103 milhões de acessos da operadora. A fonte é a Anatel/Teleco, divulgada em novembro.

 

Tráfego de internet global superará a marca de 1 zettabyte em 2016

Tráfego de internet global superará a marca de 1 zettabyte em 2016

Você sabe quanto é 1 zettabyte? Provavelmente não, mas tudo bem. Trata-se de um número absurdo de bytes, aproximadamente 1 sextilhão deles (ou 1 trilhão de gigabytes se facilitar a imaginação). Este número é importante porque 2016 marcará o ano em que a internet superará esta quantidade de dados usados ao longo do ano.

A pesquisa da Cisco projeta o crescimento do tráfego de internet até 2019, e traz este dado específico da internet já para este ano. A tendência observada pela empresa é que o o tráfego de dados continue crescendo em alto ritmo, dobrando nos próximos três anos, alcançando a marca de 2 zettabytes.

O estudo indica que nós poderemos passar a marca do zettabyte neste ano muito graças à popularização do smartphone, que multiplica o volume de dados circulando na rede. A expectativa é que até 2020 5,5 bilhões de pessoas estarão com um aparelho do tipo em seus bolsos. Os tablets e relógios inteligentes também elevarão o tráfego de dados online.

Durante o horário de pico, a Cisco também prevê um aumento significativo do tráfego de dados. A expectativa da empresa é que o volume de informação que circula durante os 60 minutos mais ativos do dia aumentará em 3,4 vezes em comparação com 2014, chegando a 1,7 petabits por segundo em 2019.

Também é importante observar que todas pessoas conectadas consumirão muito mais dados do que antigamente. Se em 2014, o volume era de 6 gigabytes per capita, a expectativa é que este número triplique até 2019, chegando a 18 GB por pessoa.

EDITAL DE AMPLIAÇÃO DO WIFI LIVRE SP ENTRARÁ EM CONSULTA EM FEVEREIRO

EDITAL DE AMPLIAÇÃO DO WIFI LIVRE SP ENTRARÁ EM CONSULTA EM FEVEREIRO

Segundo o coordenador de conectividade da prefeitura, texto receberá comentários por 15 dias e irá prever novos modelos de negócio. O texto trará mudanças no programa, que passa a depender menos de repasses públicos, permitindo às empresas rentabilizar sobre a oferta do acesso gratuito à internet.

 

A prefeitura de São Paulo pretende colocar a minuta do edital de licitação da segunda fase do programa WiFi Livre SP em consulta pública até 15 de fevereiro. A iniciativa instala pontos de acesso sem fio em locais de grande movimento da cidade. O texto trará mudanças no programa, que passa a depender menos de repasses públicos, permitindo às empresas rentabilizar sobre a oferta do acesso gratuito à internet. O modelo de negócio permitido será revelado na abertura da consulta.

Não devem mudar as 120 praças hoje em operação, cujo acesso é todo bancado pela prefeitura – custou cerca de R$ 45 milhões para três anos de funcionamento. Pelo menos mais um ponto de acesso será feito em cada subprefeitura da cidade. Ou seja, ao final, haveria no mínimo 152 praças digitais.

Os contratos preveriam mais do que o acesso gratuito sem fio, atualmente de 512 Kpbs mínimo por usuário. As empresas deverão fazer intervenções urbanísticas nas regiões que vão receber os links. O texto vai ficar em consulta por 15 dias. Depois de ajustada conforme os comentários, a licitação deve acontece ainda neste semestre.

Entre novembro de 2015 e janeiro deste ano, a prefeitura já havia feito uma consulta pública sobre quais modelos de negócios e praças deverão ser objeto do edital. O material foi reunido e avaliado para orientar a redação do minuta que será apresentada mês que vem.

Fablabs
João Casino, coordenador de conectividade da prefeitura de São Paulo, falou à imprensa hoje, 26, durante a abertura da Campus Party, evento que acontecem no Anhembi até domingo, 31. Na ocasião, ele deu cifras sobre outra iniciativa de inclusão digital, o Fablab. Este projeto prevê a construção de 12 fablabs na periferia da cidade. Segundo Casino, quatro já foram entregues e estão funcionando. Os outros serão inaugurados até 10 de março.

Um fablab é um laboratório de fabricação digital. Dispõe de equipamentos como fresadoras e impressoras 3D para experimentação gratuita e formação de jovens. Segundo ele, o projeto todo custou cerca de R$ 4,2 milhões. Metade dos custos foi destinada à aquisição de equipamentos, já concluída, e a outra metade a insumos e mão-de-obra.

Roteador wireless: saiba o que é e como escolher o seu

Roteador wireless: saiba o que é e como escolher o seu

Dados de pesquisas recentes apontam que cerca de 60% da população brasileira possui acesso à internet. Sendo um usuário, certamente você já ouviu falar e, possui em sua casa ou escritório, um aparelho chamado roteador wireless. A pergunta que fica é: você sabe do que se trata ou qual a real função deste aparelho que está tão presente no seu dia a dia? Entenda o que é, e quais fatores considerar no momento de escolher o seu roteador.

Como nos conectamos à internet?

Para compreender a função de um roteador, é importante entender a dinâmica da conexão à internet. Vamos utilizar como exemplo uma rede doméstica comum: para ter acesso à rede, você precisa de um provedor que se conecta a internet através de um dispositivo chamado modem. Pronto, sua conexão está estabelecida. Mas, já reparou que, além de computadores desktops e notebooks, muitas vezes possuímos smartphones, tablets, videogames e/ou outros dispositivos móveis? É aí que entra o roteador wireless.

O que é um roteador wireless?

Esse equipamento estabelece e compartilha a conexão a web com todos estes dispositivos sem fio que citamos anteriormente através de uma rede Wi-Fi, oferecendo mobilidade, mais segurança e efetividade à sua conexão.

Quais fatores considerar no momento de escolher o seu aparelho?

Se você tem dúvidas sobre qual roteador wireless melhor atende ao perfil da sua conexão, saiba que 3 características são fundamentais no momento de decisão sobre o seu equipamento:

  • Velocidade de acesso à internet;
  • Alcance;
  • Velocidade de transmissão do roteador wireless.

Velocidade de transmissão (roteador wireless) x Velocidade de acesso (banda larga)

O roteador wireless tem como função básica transmitir os dados que são emitidos pela conexão de banda larga contratada pelo usuário. Ao contrário do que muitas pessoas acreditam, o roteador wireless não influencia diretamente no aumento na velocidade da sua internet. A velocidade é, desta maneira, determinada pelo pacote de dados contratado com o seu provedor de internet. O Brasil opera mais comumente nas velocidades de banda larga de 1, 2, 5 e 10 Mbps.

Por outro lado, a velocidade com que os dados são transmitidos entre o roteador e os dispositivos conectados na rede Wi-Fi são definidas por parâmetros de conexão, sendo os mais comuns:

  • 11b ou padrão “B”, que oferece velocidade aproximada de até 11Mbps;
  • 11g ou padrão “G”, podendo atingir até 54Mbps;
  • 11n ou padrão “N”, chegando até 600 Mbps.

A velocidade do seu roteador deverá ser compatível com a velocidade da banda larga contratada e o número de dispositivos que serão conectados, garantindo um melhor desempenho do seu equipamento.

Alcance

Um ponto determinante na escolha do seu dispositivo é o tamanho do espaço que ele deve atender. A maioria dos roteadores tem um alcance aproximado de 70 m², porém existem características que influenciam positiva ou negativamente neste alcance, como por exemplo:

  • Presença de teto e paredes: a presença de paredes e tetos entre o seu roteador e o dispositivo móvel interfere negativamente no alcance do sinal, diminuindo a sua efetividade.
  • Local de instalação: o ideal é posicionar o roteador numa área central do local em que ele será instalado. Muitas pessoas possuem o hábito de instalar o aparelho nas salas, perto da TV ou sobre estantes. Desta forma, geralmente o alcance do sinal nos outros cômodos, como quartos, é prejudicado devido as barreiras mencionadas anteriormente.
  • Potência de transmissão do roteador: quanto maior a potência (dBm) maior será o alcance do sinal Wi-Fi, já que isto permite que dispositivos localizados mais longe possam “escutar” o roteador wireless.
  • Antena: a antena, ao contrário de que muitos acreditam, não amplifica o sinal do roteador, mas foca em determinadas direções. Quanto maior o “ganho” da antena (indicada pelo dBi), ou seja, a quantidade de “impulso” que ela fornece ao sinal, maior será o seu alcance, amplitude e capacidade do aparelho atender outros dispositivos.

 

Com essas informações você será capaz de decidir qual aparelho de roteador wireless melhor atende ao perfil da sua conexão.

FTTH – O Futuro dos Provedores via Rádio.

FTTH – O Futuro dos Provedores via Rádio.

Entenda como funciona o FTTH

Os provedores via Rádio sofrem um pouco com relação a capacidade de uma rede via Rádio, pois as tecnologias são limitadas, porém, as mais modernas são caras. Aos pequenos empreendedores que atual na área de provimento de internet podem ter sucesso e aumentar seu crescimento, porém, precisam de um pouco mais informações sobre estas novas tecnologias.

Nada além do que um pouco de informação, seja importante e suficiente para os provedores via Rádio WISP, tomarem suas decisões e saberem se podem entrar neste mercado de FTTH ou não. Fiber-to-the-Home (FTTH) é a tecnologia onde normalmente as operadoras estão trabalhando para levar banda larga para o mercado de consumo. O FTTH possibilitará o transporte simultâneo de uma série de serviços, tais como Internet com acesso muito mais rápido, telefonia e televisão, através de uma única fibra óptica, ou seja, apenas um simples “fio óptico”. Com o FTTH, a rede de acesso será baseada na fibra e capaz de prover velocidades a partir de 100Mb/s, chegando a até 40Gb/s. Existem novas tecnologias DWDM, com alto controle de PMD – Polarization Mode Dispersion permitem atingir essa incrível marca. Isto criará uma rede de acesso com inúmeras possibilidades. Esta tecnologia suportará um modelo aberto completo pelo qual o consumidor terá total liberdade de escolha pelo seu fornecedor de serviço.

FTTH

Internet sobre FTTH

Como parte dos pacotes de serviços da internet, demandam maior largura de banda, tal como streaming e os vídeos, o mercado têm forçado a maior parte das operadoras a considerar uma atualização ou mesmo uma renovação completa da sua rede de acesso de cobre legada. As redes GPON e EPON são dois padrões que abrem novas oportunidades tanto para os fabricantes como para as operadoras.

Alguns fabricantes têm adicionado a tecnologia PON ao seu portfólio de redes de acesso de banda larga, e as operadoras de todo o mundo têm demonstrado grande interesse em implantar esta tecnologia combinada com o VDSL2 (VDSL2 + FTTC) ou como acesso residencial (FTTH).

A Tecnologia PON e o FTTH

Existem 3 normas PON são: Broadband PON (BPON,  GPON e EPON. O BPON e o seu sucessor GPON são recomendações da International Telecommunication Union – Telecommunication Standardization Sector (ITU-T) patrocinadas pela Full Service Access Network (FSAN), uma associação mundial de fabricantes e operadoras que implementam equipamentos com as tecnologias PON. O EPON é um padrão desenvolvido pelo Institute of Electrical and Electronics Engineers (IEEE), através de uma iniciativa do grupo “Ethernet in the first mile – EFM (Ethernet na primeira [ou última] milha)”.

 

Clique aqui e conheça os produtos relacionados disponíveis na TECWI: http://www.tecwi.com.br/produtos/linha-fibra-optica/

5 profissões promissoras na área de tecnologia

5 profissões promissoras na área de tecnologia

Cinco das carreiras mais promissoras dentro da área da tecnologia já possuem cursos específicos. Conheça abaixo as profissões.

 

Desenvolvedor de holografia

Reprodução

A técnica começou a ganhar notoriedade na área de efeitos visuais por meio de shows ao vivo com celebridades que já morreram, como foi o caso dos cantores 2Pac e Elvis Presley. A arte de desenvolver projetos que envolvam a holografia 3D já é um diferencial em algumas empresas.

Desenvolvedor de Realidade Aumentada

Reprodução

É uma tecnologia de ponta que permite a integração por meio da sobreposição de objetos virtuais com o mundo real. Geralmente, com o uso de um dispositivo, consegue trazer esta ilusão a seus usuários e tem se popularizado bastante com o uso de smartphones e tablets. Empresas de e-commerce já utilizam esta ferramenta para mostrar para o usuário como é possível enquadrar um objeto em algum ambiente, por exemplo.

Modelador de objetos para impressão 3D

Reprodução

As impressoras 3D têm revolucionado o mundo com o seu poder de criação de objetos. Hoje em dia já é possível criar próteses para braços, pernas e até carros com os materiais disponíveis. Desde 2013, as impressoras 3D têm se popularizado no mercado, e a demanda das empresas por profissionais que saibam utilizar esta ferramenta tende a aumentar nos próximos anos.

Desenvolvedor de Realidade Virtual

Reprodução

Assim como a holografia, tem começado a popularizar o mercado de entretimento no país, ao conectar o usuário com o computador por meio de um dispositivo, como um óculos de realidade virtual. Facebook e Google são empresas que investem na tecnologia.

Desenvolvedor de Jogos 2D

Reprodução

A procura por jogos com estética retrô e com jogabilidade mais simples tem aumentado. E de acordo com quem trabalha neste mercado, a tendência é que a criação de jogos neste estilo aumente ainda mais. Acontece que muitos estão se especializando em desenvolver jogos 3D, o que faz o mercado carecer de profissionais com esta qualificação.

Nova fibra óptica deve suprir internet brasileira pelos próximos 30 anos

Nova fibra óptica deve suprir internet brasileira pelos próximos 30 anos

O desafio é grande. E parte da velocidade de acesso a esses conteúdos digitais passa por cabos de fibra óptica que hoje formam um emaranhado, ligando os continentes, atravessando os oceanos. A boa notícia é que, muito em breve, dois novos cabos de fibra óptica ligarão o Brasil a Angola, na África, e a Miami, nos Estados Unidos. E esses cabos trazem duas novidades tecnológicas bastante interessantes em relação aos antigos.

A segunda novidade é a capacidade de transmissão. O núcleo de cada cabo traz entre quatro e seis fibras ópticas; cada uma com capacidade de 10 terabits por segundo – você não ouviu errado não: 10 terabits por segundo! Esse rendimento é dez vezes superior aos cabos atuais em operação.

A principal mudança não está na parte física do cabo; externamente eles não mudaram praticamente nada do que já existe instalado no fundo do mar há uma década e meia. O que mudou é o tipo de transmissão que se faz; ou seja, como a informação é introduzida e transmitida através da luz.

A capacidade dos novos cabos será oferecida ao mercado varejista; operadoras de telecom e grandes empresas. Você já deve estar se perguntando: ótimo, então quando teremos internet mais rápida?!

A instalação de novos cabos de fibra óptica nova é apenas uma parte do que o realmente interessa para nós: internet mais veloz. Os cabos aumentam a capacidade do backbone da nossa internet – a espinha dorsal do sistema de telecomunicações. Mas para oferecer um acesso mais rápido é preciso também resolver a velocidade da conexão que chega até sua casa (ou escritório). Esse segundo caso depende de investimento em infraestrutura por parte das operadoras; mas aí já são outros quinhentos…

Na instalação dos dois novos cabos, serão investidos entre 250 e 300 milhões de dólares; um investimento com vida prevista para os próximos 30 anos.

Se falar em terabits por segundo surpreende até os mais otimistas, saiba que ainda há muito espaço para a capacidade de transmissão das fibras ópticas evoluírem. As fibras atuais têm índice de refração similar ao do vidro; ou seja, a velocidade da luz dentro do vidro é uma vez e meia menor do que no ar.