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Philips lança lâmpadas que transmitem internet por meio de ondas de luz

Philips lança lâmpadas que transmitem internet por meio de ondas de luz

Novidade foi lançada no Light+Building, maior feira de iluminação do mundo. Além disso, eles anunciaram a mudança do nome da companhia

Philips lançou a Li-fi no Light+Building, maior feira de iluminação do mundo. A tecnologia permite que uma lâmpada LED transmita internet por meio da luz. Segundo a companhia a tecnologia chega até 100 vezes mais rápido do que o Wi-fi e a velocidade inacreditável de 30 Mb/s.

A empresa será a primeira do mercado a comercializar a Li-fi que utiliza as ondas de luz para propagar o sinal da conexão, mas sem comprometer a iluminação. E para utilizar a tecnologia o consumidor deverá ter um dispositivo externo que capte a transferência de dados e a luz acesse o tempo todo independente da intensidade para funcionar.

A Philips disponibilizará dois modelos de lâmpadas: a PowerBalance gen2 e a Philips LuxSpace. Recomendadas para escritórios, escolas, hospitais, áreas que necessitem alta segurança, locais subterrâneos e subaquáticos, elas são equipadas com um modem que modula a luz de LED com intensidade e frequências muitas altas e imperceptíveis ao olho humano.

Ela foi desenvolvida justamente para locais que não podem sofrer interferências de radiofrequências – que atrapalham o uso do Wi-fi. Segundo a chefe de inovação da Philips, Olivia Qiu, “enquanto as frequências de rádio estão se tornando congestionadas, o espectro de luz visível é um recurso inexplorado com uma grande largura de banda adequada para a conexão simultânea estável de uma vasta gama de dispositivos da Internet das Coisas.”

Para o público entender como irá funcionar as suas novas lâmpadas e a tecnologia que vem com elas, a companhia liberou o vídeo abaixo:

Além desta novidade, a Philips anunciou que está modificando o seu nome para Signify e justifica a mudança a ligação das pessoas com a marca e a transmissão de significados e sensações. Ainda assim, a companhia continuará utilizando a marca Philips sob licenciamento com a RoyalPhilips.

Grandes empresas precisam de tecnologia e inovação para manter-se inovadoras e capazes de competir em um mundo cada vez mais complexo! A Philips entendeu esta questão e está tentando inovar. A sua empresa pode inovar através de startups? Saiba mais no evento Corporate Startup Innovation que estamos promovendo em São Paulo para que empresas estabelecidas (pequenas, médias ou grandes) consigam melhorar seus processos de maneira rápida e barata com relacionamento com startups.

Mitos e verdades sobre a fibra óptica

Mitos e verdades sobre a fibra óptica

A quantidade de acessos à Internet via rede de fibra óptica cresce em média 70% ao ano, segundo a Anatel. Só nos provedores de Internet (ISPs), o uso da tecnologia deve representar 35% dos acessos até 2020. O artigo apresenta as vantagens em usar redes de fibra óptica, como a facilidade em trabalhar com a tecnologia, o baixo custo da aquisição da matéria-prima e a facilidade da manutenção.

 

Uma das dúvidas na hora de migrar de tecnologia e implementar as redes de fibra óptica é a possível dificuldade para fazer tudo acontecer: planejamento, compra de matérias-primas e treinamento de colaboradores. A lista parece exaustiva. Mas a realidade é que o processo de implantação da fibra óptica é bem mais simples do que se imagina, como veremos a seguir.

Infraestruturasimples mais

A infraestrutura é bem mais simples que as demais tecnologias, com menos cabos e racks. Quando comparadas com as redes de cabeamento metálico, por exemplo, são mais ágeis e com menos elementos. Essa facilidade torna o gerenciamento e a manutenção mais eficazes, mesmo com recursos bastante avançados.

Desmitificando: o meio de conexão entre o concentrador e o cliente final é realizado por meio de divisores ponto-multiponto. Isso significa que a quantidade de portas de conexão no concentrador é inferior à utilizada na topologia ponto a ponto, comum em switches de cabeamento estruturado. Ao utilizarmos esse modelo em ambientes internos, temos uma redução de 50% no espaço ocupado em dutos, facilitando a passagem dos cabos ou implantação em edifícios que já possuem estrutura.

Fácil integração

Fig.1 – Comparação de redução de custos

A rede de fibra óptica oferece fácil integração entre vários sistemas e serviços. Isso acontece devido à alta capacidade e confiabilidade da tecnologia em transmitir, por meio de um único cabo, serviços como telefonia, interfonia, dados, CFTV, entre outros. O responsável por esse feito é o equipamento concentrador, que gerencia e disponibiliza o sinal para cada um dos clientes conectados.

Desmitificando: o meio óptico possui capacidade de transmissão 10 vezes superior em relação ao cabeamento metálico. Por não se tratar de transmissão elétrica, a fibra Fig.óptica não é sensível à interferência eletromagnética, o que garante uma maior confiabilidade em seu meio de transmissão.

Por que não é caro trabalhar com fibra óptica?

Uma rede de Internet preparada para o futuro pede uma estrutura completa e eficiente. Hoje a tecnologia que atende a esses requisitos é a fibra óptica. No entanto, quando pensamos em alta tecnologia, é comum relacioná-la a algo complexo, difícil de ser implementada e com alto valor agregado. Abaixo são apresentadas algumas características da fibra óptica que derrubam esses mitos.

Menor custo da matéria-prima

O custo do cabo óptico já deixou de ser um empecilho na implantação de redes ópticas. À medida que a rede de fibra óptica se expandiu no Brasil, a demanda de produção aumentou e, com isso, o preço reduziu consideravelmente. Essa nova dinâmica fez com que seus principais concorrentes (coaxial e UTP) perdessem força no mercado. Além disso, o cabo óptico conta com maior vida útil e oferece mais qualidade na entrega do serviço, o que torna o custo mais competitivo.

Custo de material mais acessível

Ao montar uma rede cabeada, é possível optar entre dois modelos: cabo metálico (UTP) ou cabo óptico. Dependendo do cenário onde a rede será implantada, os dois modelos atenderão a necessidade. No entanto, o diferencial é ficar atento ao custo do material. Ao optar por cabos metálicos (UTP), o gasto fica em torno de 52% a mais do que com o cabo óptico. Uma boa prática é colocar na ponta do lápis todo o investimento nos dois projetos. Se num primeiro momento a rede com cabo UTP parece ser mais em conta, será que não é melhor investir em uma matéria-prima com maior vida útil e de fácil manutenção?

Redução no consumo de energia

Uma das características que tornam a implantação de uma rede óptica mais vantajosa economicamente é a redução no consumo de energia. Isso acontece porque em uma rede de fibra óptica os únicos equipamentos que precisam de alimentação são o concentrador e os modems dos clientes. Justamente por contar com poucos equipamentos na transmissão dos serviços de telefonia e Internet, há menos dissipação de energia. Assim, a sensação de calor no ambiente reduz e, consequentemente, a necessidade de sistemas de climatização potentes também. Todas essas vantagens diminuem o consumo de energia elétrica.

Manutenção reduzida

Fig. 2 – Comparação com cabo UTP x rede com cabo óptico para 128 usuários

A durabilidade de um cabo óptico é cinco vezes maior que a de um cabo metálico. Por isso, após a implantação da rede a sua manutenção é muito baixa. Além de se tratar de uma tecnologia com qualidade de ativos e passivos superior, os únicos equipamentos que necessitam de alimentação estão alocados no provedor e no cliente. Os concentradores (OLTs – Optical Line Terminals) normalmente são instalados com energia controlada e estão protegidos contra surtos de tensão. Portanto, tendem a não apresentar travamentos.

Desmitificando: a estrutura da rede óptica (e grande parte de ativos e passivos) pode ser utilizada no mercado de telecomunicações por vários anos. Isso porque equipamentos para transmissão óptica tendem a ser mais robustos, duráveis e resistentes em relação a equipamentos para transmissão elétrica. Algumas tendências são implementadas para garantir maior qualidade na oferta do serviço para o cliente final. No entanto, elas acontecem apenas no concentrador e nos modems. concentrador e nos modems. Dessa forma, a entrega é feita com eficácia e sem agregar grandes investimentos ao projeto.

No momento da compra dos equipamentos, é importante se informar se os produtos escolhidos suportam os avanços da tecnologia. Futuramente, esta decisão fará com que o provedor economize em uma expansão ou melhoria na qualidade dos serviços.

Investimento protegido

A fibra óptica apresenta flexibilidade e escalabilidade para a implantação de mais serviços e bandas. Assim, se o projeto de um cliente necessitar de mais velocidade na conexão, não é preciso mudar a estrutura da rede.

Redução de despesas

De uma forma mais abrangente, a solução reduz despesas Capex e Opex. O Capex são despesas de capital, como o montante de investimentos realizados em equipamentos e instalações, de forma a manter a produção de um produto ou serviço ou manter um negócio em funcionamento. Já o Opex são os custos de operação, como o valor gasto com a manutenção de equipamentos e outros dispêndios operacionais, necessários à manutenção de um negócio. As figuras 1 e 2 apresentam as reduções de custo com fibra.

Selecionamos a seguir alguns fatores para comprovar por que investir em fibra óptica.

Segurança

  • Isolamento elétrico: quando um cabo de fibra óptica se rompe, não há riscos de curto-circuito, faíscas ou outras condições que poderiam levar a acidentes ou incêndios.
  • Imunidade eletromagnética: com a fibra óptica, existe a possibilidade de trabalhar em dutos elétricos sem sofrer interferências.
  • Proteção de dados: as tentativas de captação de dados do interior da fibra são facilmente detectáveis, pois esse processo exige o desvio de uma grande quantidade da luz criada em seu interior.
  • Garantia da entrega: os serviços são oferecidos com latência mínima na rede.

Maior alcance

Se comparada a uma rede de cabeamento metálico, a fibra óptica suporta distâncias muito maiores. Enquanto uma rede metálica não ultrapassa 100 metros por ponto de acesso, uma rede de fibra tem um alcance da ordem de quilômetros. Quando a topologia ponto-multiponto é utilizada, a abrangência é de 20 km; já a ponto a ponto pode chegar a 100 km.

Menos desperdício

A fibra óptica apresenta taxas muito baixas na perda de dados, graças à baixa atenuação do material de seus cabos. Essa característica permite levar o serviço por distâncias muito maiores a preços bem mais baixos.

Desmitificando: quando comparamos os materiais elétricos (cabos UTP, por exemplo) e ópticos (fibra), o grande diferencial entre eles é a atenuação gerada pelo material. Essa característica garante a não degradação e perda do sinal.

No caso do meio elétrico, é verificada uma atenuação de 160 dB/km, quando trabalhado com frequência de 125 MHz (utilizada no Cat. 5e). Já ao utilizar fibra óptica, a atenuação a cada quilômetro é de no máximo 0,03 dB. Ao comparar os índices de atenuação de cada um deles, percebemos que, trabalhando com a fibra óptica o índice é menor. Logo, a perda de sinal diminui e a qualidade de entrega de dados é muito melhor.

Conclusão

A rede de fibra óptica cresce a uma taxa média de 70% ao ano. As razões incluem a infraestrutura mais simples e fácil integração que eliminam o excesso de cabos e facilitam a identificação de problema na rede. Além disso, quebramos o mito de que se trata de uma tecnologia cara. Ao contrário, o número de acessos via fibra óptica tornou o mercado mais competitivo e reduziu o custo da matéria-prima. Sem contar a fácil manutenção, escalabilidade e redução na conta de energia elétrica. Além de garantir uma entrega de qualidade e baixo custo na implantação do serviço, a rede de fibra óptica ainda contribui para a preservação do meio ambiente.

Fonte: RTI Abril 2017 – Ano XVII – No 203

FALHA DO GOVERNO COM PEQUENOS PROVEDORES

FALHA DO GOVERNO COM PEQUENOS PROVEDORES

Aníbal Diniz convoca ISPs a se unirem para cobrar uso de fundos setoriais e a participar da construção de políticas para o setor, contribuindo para o Comitê de Pequenos Prestadores de Serviços de Telecomunicações, que está em consulta pública.

Aníbal Diniz - foto de Pedro França-Agencia SenadoO conselheiro Aníbal Diniz exaltou hoje, 5, na abertura do 35º Encontro Provedores Regionais, que está sendo realizado em Porto Velho (Rondônia), a “grandiosa atuação” dos pequenos provedores regionais de serviços de telecomunicações em cumprir um papel que “deveria ser do Estado”, de universalizar o acesso às telecomunicações nos mais distantes locais do país. “A Anatel também foi reativa nesse processo. Mas está mudando a sua agenda e já adotou diversas medidas no sentido de apoiar vocês, que se destacam em um cenário que alguns anos atrás eram privilégio apenas das grandes corporações”, disse Diniz, a uma plateia de cerca de 80 representantes de provedores da região da Amazônia.

De acordo com o conselheiro da Anatel, os cerca de 7 mil pequenos e médios provedores identificados hoje, no país, respondem por 4 milhões das 28 milhões de conexões em banda larga fixa. “Isso denota uma competitividade que precisa ser estimulada, por exemplo, pela diminuição dos encargos regulatórios”, ressaltou Diniz. Ele alertou os provedores de que o governo, porém, não vai trabalhar na linha da redução de impostos: “Está em elaboração, sob minha relatoria na Anatel, o Plano Estrutural de Redes de Telecom (Pert), que é estratégico para o avanço dos provedores. O documento final deve ser um diagnóstico geral das telecomunicações no Brasil, propondo saídas para os gargalos e apontando fontes de financiamento para realizar os investimentos prioritários, evitando sobreposição ou lacunas de infraestrutura”.

Segundo Diniz, os provedores terão o apoio da Anatel para se unir na defesa da liberação dos fundos setoriais, que já recolheram em torno de R$ 100 bilhões e foram pouco aproveitados. “Precisamos encaminhar a proposta de alteração do Fust para usar na expansão de banda larga, pensar em um fundo garantidor e incentivos para internet subsidiada”, defendeu o conselheiro.

Cientistas testam Internet veloz e sem fio que pode substituir fibra ótica

Cientistas testam Internet veloz e sem fio que pode substituir fibra ótica

Pesquisadores descobriram uma maneira de desviar fótons de obstáculos no ar. Nova tecnologia é tão rápida quanto Internet por fibra ótica, com a vantagem de não precisar de fios.

Distribuir Internet em alta velocidade e sem a necessidade de cabos pode ser possível no futuro graças aos estudos de cientistas da Universidade de Glasgow, na Escócia. Os pesquisadores desenvolveram uma técnica que utiliza luz para transmitir dados pelo ar, fora de uma rede de fibra ótica convencional.

Até então, fótons – partículas de luz que carregam energia e informação – só serviam como meio de conexão confinados em uma rede cabeada. A novidade abre espaço para que, futuramente, a velocidade de transmissão via Wi-Fi seja equiparável ao da fibra ótica, de maneira prática e mais barata, sem a necessidade de cabeamento. Nas linhas a seguir, entenda melhor como funcionaria a tecnologia.

Como funciona

O time de especialistas testou com sucesso um método que permite “dobrar” a luz no ar para desviar de obstáculos. Mesmo sem o direcionamento provocado pela camada de vidro da fibra ótica, o sinal de Internet em forma de fótons percorreu cerca de 1,6 km em zona urbana em velocidade superior a 1 Gbps e foi capaz de manter as informações intactas.

Atualmente, redes de fibra ótica atingem velocidades de transmissão na casa dos 10 Gbps. A tecnologia em desenvolvimento promete desempenho equiparável, com custo menor e sem a necessidade da instalação de cabos.

Segundo os cientistas, a descoberta expande as possibilidades de uso da luz para transmitir sinal de Internet pelo ar. Além de não depender de fibra ótica, que responde pelo alto custo da conexão de banda larga no mundo, a nova técnica permite armazenar mais dados em cada fóton, indo além dos usuais 0 e 1 da comunicação binária.

Limitações

A tecnologia desenvolvida na Escócia permite usar luz para transmitir Internet em locais com muitos obstáculos, porém não é capaz de atravessar paredes – ao contrário do sinal do Wi-Fi comum. A tendência é que a novidade seja menos efetiva dentro de prédios e casas.

Ainda assim, os cientistas defendem ao menos duas grandes vantagens na descoberta. De acordo com os estudiosos, a tecnologia permitiria acelerar a entrega de dados em zonas rurais e obter banda larga em qualquer lugar com um investimento mínimo em cabeamento.

Vale lembrar que a técnica para uso de fótons no ar como meio de transmissão de Internet está em fase de pesquisa. Portanto, ainda não há previsão de lançamento no mercado.

TCU libera Anatel a trocar multas contra operadoras por investimentos

TCU libera Anatel a trocar multas contra operadoras por investimentos

Tribunal analisou acordo entre agência e Telefônica que prevê a conversão de R$ 2,1 bilhões de multas em investimentos de R$ 4,87 bilhões. Corte determinou, porém, algumas alterações.


O Tribunal de Contas da União (TCU) liberou nesta quarta-feira (27) a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) a fechar um acordo com a Telefônica (dona da Vivo) que permite a conversão de multas em investimentos.

A liberação, porém, está condicionada a algumas mudanças que terão que ser feitas no texto do acordo. Uma delas exige que a Anatel fixe não só o município onde o investimento da empresa deverá ser feito mas também em que região.

Depois disso, o conselho diretor da Anatel terá que aprovar essa nova redação e, o TCU, verificar se as determinações feitas nesta quarta foram cumpridas.

Concluído esse processo, a Anatel ficaria liberada para fazer novos ocordos do tipo com outras operadoras, desde que seguindo as mesmas determinações do TCU. A agência aguardava o posicionamento do tribunal para finalizar o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) da Telefônica e para analisar outros termos.

O TAC com a Telefônica prevê a conversão de R$ 2,199 bilhões em multas aplicados pela Anatel contra a operadora em R$ 4,87 bilhões em investimentos na rede da própria empresa.

A Anatel defende a medida apontando que tem dificuldade de receber as multas (as empresas as questionam na Justiça em processos que costumam demorar anos) e que os acordos elevam os investimentos e melhoram a qualidade do serviço prestado aos consumidores.

Críticas

O ministro do TCU José Múcio fez duras críticas ao TAC da Telefônica e disse que só votaria no processo por “respeito ao ministro Bruno Dantas”. Múcio afirmou que os investimentos aprovados no termo privilegiam a região Sudeste e que vai ficar atento a outras propostas de TAC feitas pela agência para verificar onde serão feitos os investimentos exigidos.

As críticas de Múcio foram seguidas pelos ministros Augusto Nardes e Aroldo Cedraz, que, no entanto, também votaram com o relator.

Oi

Apesar de ter sido aprovado em maio de 2016, o TAC da Oi não deve ser assinado antes da conclusão do processo de recuperação judicial da empresa. O TAC da Oi previa a troca de R$ 1,2 bilhão em multas da Oi por R$ 3,2 bilhões em investimentos.

Em sua apresentação no TCU, o conselheiro da Anatel Igor de Freitas defendeu os TACs e afirmou que a própria corte de contas já questionou a falta de efetividade da aplicação de multas. Segundo ele, os termos permitirão reverter em benefício dos consumidores as penalidades aplicadas contra as empresas.

“A proposta dos TACs tem como objetivo deixar de discutir por 10, 15 anos, a correção de cada multa aplicada. Tirando a multa e colocando os usuários no centro do debate”, afirmou.

FONTE:  G1, Por Laís Lis, Brasília

INTERNET BRASILEIRA SOFRE AGORA O EFEITO DO FURACÃO MARIA

INTERNET BRASILEIRA SOFRE AGORA O EFEITO DO FURACÃO MARIA

Os dois furacões que atingiram as ilhas do Caribe atrasaram o serviço de manutenção de cabos submarinos como o Telecom Italia Sparkle, prejudicando a conexão com o Brasil.

Provedores regionais de internet estão registrando quedas significativas na velocidade de suas redes nos últimos dias., em suas conexões com o exterior. E esses problemas estão vinculados, ainda, ao furacão Maria, que destruiu inúmeras ilhas do Caribe, principalmente Porto Rico e Saint Croix, rota da maioria dos cabos submarinos internacionais que se conectam com a América do Sul.

Por quê essa lentidão só começou agora, vários dias depois da passagem do furacão Irma, na primeira semana de setembro, e agora o Maria, que se formou no início desta semana, é uma das questões que intrigam as operadoras brasileiras. Na opinião de alguns analistas, isso deve a fato de que, embora os cabos submarinos estejam projetados para enfrentar qualquer tipo de vento e para funcionar automaticamente, precisam da intervenção humana nos Pops e nas land stations.

“O problema é que essas ilhas foram evacuadas e, em muitos lugares, a mão de obra ainda não conseguiu retornar, deixando os sistemas sem manutenção mais tempos do que o previsto”, assinala um consultor.

Uma das redes mais afetadas, porque um de seus Pops está justamente na ilha de Saint Croix, que foi devastada pelos dois furacões – o Irma e agora o Maria -, é a da Telecom Italia Sparkle, que dá uma paradinha em Fortaleza, mas tem seu Pop no Rio de Janeiro.

Conforme o analista de telecomunicações, Uesley Correa, estima-se em 60% a 70% de perda de pacotes de quem sai do Rio de Janeiro pela rede da Sparkle.  A empresa confirma que precisou tomar medidas devido ao furacão Maria.

” O furacão Maria, de categoria 5, impactou Porto Rico causando severos danos e enchentes na ilha. Tivemos que ‘desenergizar’ nosso nó na estação para evitar danos mais sérios aos equipamentos. Essa situação provocou a saturação de nosso tráfego IP que afeta nossa rota internacional em direção ao Brasil”, informou a empresa. Também a Highwinds, que revende capacidade do Sparkle, confirmou o problema.

 

Fonte: telesintese

5 sinais de que é hora de trocar o roteador da casa

5 sinais de que é hora de trocar o roteador da casa

Aparelho essencial nas casas atualmente, o roteador garante que diversos dispositivos consigam se conectar à rede sem a necessidade de fios. Apesar de necessário, esse tipo de equipamento frequentemente fica esquecido no canto e muitas vezes obsoleto, o que pode causar uma série de problemas aos usuários.

“Um roteador com vários anos de uso pode estar ultrapassado para atender às necessidades atuais, causando lentidão ou problemas de sinal”, explica Rodrigo Paiva, gerente de produtos da D-Link América Latina.

Está em dúvida se é hora de trocar seu roteador? Confira 5 sinais de que pode ser uma boa ideia comprar um equipamento novo:

1. Rede Wi-Fi lenta

Se mesmo depois de contratar um serviço de mais de 5 Mbps com a operadora a conexão permanece lenta, é possível que o usuário esteja com problemas no roteador. Na hora de escolher um novo dispositivo, opte pelos que possuem conectividade 11 AC. Eles operam em duas frequências e têm velocidades altas.

2. Problemas no alcance de sinal

Quem mora em uma casa grande ou em um apartamento com paredes grossas também pode enfrentar problemas com o sinal de Wi-Fi. Nesses casos, antes de trocar o roteador, é possível tentar usar um repetidor de sinal.

3. Vários dispositivos conectados à rede

Quando há muitos dispositivos conectados ao mesmo tempo na rede, a velocidade de conexão diminui. Se o roteador é antigo e tem velocidade abaixo de 300 Mbps, o problema pode se agravar. Outro fator que interfere na velocidade é o uso que cada uma das pessoas da casa faz na rede. Há um roteador ideal para cada tipo de necessidade, além da cobertura/ alcance desejados.

4. Segurança

Um roteador de vários anos também pode oferecer riscos à segurança do usuário. Além de invasões e roubo de sinal, um equipamento comprometido pode acabar revelando informações importantes.

5. Interferências

A conexão está lenta? Nem sempre a culpa é da operadora. Em alguns casos, o usuário pode estar experimentando interferências de equipamentos como o microondas e o telefone sem fio. Isso acontece porque, muitas vezes, além de não ter a velocidade e o desempenho necessários para atender a demanda, o roteador utiliza como padrão a banda de 2,4Ghz.

O ideal para evitar interferências é procurar roteadores que operem, além da banda de 2,4Ghz, com 5Ghz – são os equipamentos chamados dual band. Essa frequência é mais ampla e conta com 23 canais que não se sobrepõem.

CHAVE DE SEGURANÇA DO DNS SERÁ TROCADA EM UM MÊS. PROVEDOR DEVE SE PREPARAR.

CHAVE DE SEGURANÇA DO DNS SERÁ TROCADA EM UM MÊS. PROVEDOR DEVE SE PREPARAR.

Mudança acontece em 11 de outubro. Clientes de provedores que não atualizarem o sistema ficarão impedidos de navegar pela internet.

 

A Icann, corporação norte-americana responsável pela governança mundial da internet, vai atualizar daqui a um mês as chaves criptográficas que mantêm seguro o sistema de nomes de domínio (DNS) da internet.

Essas chaves são trocadas entre os provedores de acesso e os administradores regionais de domínios a cada tentativa de acesso a um endereço. Com elas, os sistemas podem garantir que o endereço digitado é aquele ao qual o usuário será encaminhado, em vez de a uma página falsa. Continue Lendo →